07/12/2019 09:03:36
Wildlife, a desconhecida startup de games que já vale US$ 1,3 bilhão
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Quando se formaram na escola politécnica da Universidade de São Paulo, os irmãos paulistanos Victor e Arthur Lazarte seguiram rumos comuns a jovens engenheiros brasileiros no fim dos anos 2000. Foram trabalhar, respectivamente, em um banco de investimento e em uma consultoria. Mas, pouco tempo depois, eles deixaram o emprego e voltaram para a casa dos pais em São Paulo decididos a abrir uma empresa de jogos para celular. Na casa dos 25 anos, os dois não sabiam sequer programar jogos — e precisaram aprender com vídeos online.

Oito anos e quase 2 bilhões de downloads depois, os irmãos Lazarte assinaram em novembro uma rodada de investimentos que avaliou a empresa fundada por eles em 2011, o estúdio de games Wildlife, em 1,3 bilhão de dólares. O aporte de 60 milhões de dólares, liderado pelo fundo de investimento americano Benchmark, coloca a Wildlife como o mais novo membro de um clube seleto: o de startups “unicórnios”, companhias de capital fechado avaliadas em mais de 1 bilhão de dólares.

Este ano chegaram ao grupo outras quatro startups brasileiras: a empresa de entregas Loggi, a Gympass, que vende planos de academias, a QuintoAndar, de aluguéis, e o Ebanx, de pagamentos. Antes deles, a 99, de transportes, a Movile, um grupo com empresas tecnológicas, o iFood, de entregas, e a financeira Nubank já haviam sido avaliados em 1 bilhão de dólares, no ano passado.

Enquanto viviam longe dos holofotes, os Lazarte colocaram a Wildlife — que até agosto se chamava TFG, sigla para Top Free Games — entre as dez maiores empresas de games móveis do mundo, chegando a um quadro de 500 funcionários e escritórios em quatro países. “Queremos criar os jogos que vão marcar esta geração”, diz Victor Lazarte, o caçula da dupla e que hoje, aos 33 anos, mora na Califórnia para tocar a expansão global da empresa. Seu irmão Arthur, de 35 anos, fica em São Paulo.

Até o aporte mais recente, a empresa tinha apenas um sócio, Brian Feinstein, do fundo Bessemer Venture Partners, com investimento secundário nos fundadores. Mas o sucesso dos games foi chamando a atenção. E dando origem a histórias curiosas. Lucas Lima, diretor de operações, trabalhava na tradicional consultoria BainAndCo quando foi sondado pela Wildlife. Como ele resistia, Victor pediu que batesse um papo com um “amigo”.

No outro lado da linha estava o investidor Jorge Paulo Lemann, do fundo 3G Capital e maior bilionário brasileiro. Lima aceitou, claro. Carlos Saldanha, diretor de animações famosas, como A Era do Gelo, é mentor da dupla. O vice-presidente de realidade virtual do Facebook e ex-Xiaomi e Google, Hugo Barra, também entrou como investidor na rodada de novembro.
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